quinta-feira, dezembro 18, 2025

| Quero

Quero entender o teu plano ou ausência dele. Porque falamos banalidades? Matamos o que somos, no tédio de conversas normais. Se não podemos por decreto dizer o que queremos, quando queremos, prefiro não ofender a memória do que fomos com cotidiano contido.

Não é que tenha nada de novo para contar. Que foi verdade e que foi tudo? É por tudo que vou ser o que quero, dizer tudo o que quero. Porque não sei, nem quero, aprender a ser de outra forma contigo.

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